Atletas divergem sobre preparação ideal a três semanas da Olimpíada

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da stake casino: A três semanas da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que acontece no dia 5 de agosto, os atletas brasileiros mantêm focos distintos em relação aos últimos detalhes de sua preparação.

Em alguns casos, a estratégia ideal é fazer um trabalho de simulação dos adversários mais temidos e imaginar o cenário do megaevento. Em outros, o melhor é manter o mesmo dia a dia vivido durante todo o ciclo.

Não é uma decisão que cabe unicamente aos competidores. Faz parte de todo um planejamento traçado pelas confederações e pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB). O cronograma também varia de acordo com a modalidade.

No tiro com arco, a concentração é determinante. Brasileiro mais bem colocado no ranking mundial, em 18º, Marcus D’Almeidabusca minimizar qualquer alteração brusca na rotina. Ele é apontado como possível medalhista.

– É hora de continuar o mesmo trabalho, sem inventar muito. Sigo a mesma rotina para no final dar tudo certo –disse Marcus, que está concentrado desde janeiro na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, com toda a equipe brasileira do tiro com arco.

Vice-campeão na Copa do Mundo de 2014 entre profissionais, aos 16 anos, e medalhista de ouro no Mundial da Juventude de 2015, o atirador, hoje aos 18, adota a mesma receita no preparo emocional fora da arena de competição.

Atualmente, o atleta acorda às 7h e dorme por volta de 22h. Mas não valoriza sacrifícios extras por causa da proximidade dos Jogos.

– O idealé não sairmos da rotina. Se a sua é falar com amigos nas redes sociais e ganhar um monte de parabéns e boa sorte, que continue assim. Se você fica lendo mensagem no celular até 1h da manhã e, no dia seguinte, compete bem, ótimo, faça isso. Se não, é não perder o foco – afirmou Marcus.

Já a boxeadora Andreia Bandeira, classificada para a Rio-2016 na categoria até 75kg, afirma que o ritmo ficou mais intenso à medida que o tempo avançou. Após ir aos Jogos de Londres-2012 como reserva, a paulista espera realizar o sonho de uma medalha em casa.

da mrbet: –Depois que classifiquei, e saiu a carta oficial, o treinamento está mais puxado. Estou me preparando e sei que estou mais madura do que em Londres. A cabeça está tranquila. É um sonho de todos os atletas, mas não estou levado com base na pressão – afirmou Andreia.

A prática de simular as características dos oponentes em treinamentos é comum em esportes de luta, em que os atletas são divididos por categoria de acordo com o peso. No taekwondo, a brasileira Iris Tang Sing (49 kg) diz que os trabalhos mudaram com a definição das chaves dos Jogos.

–Mudou, pois como saíram as chaves, procuramos simular as atletas que iremos enfrentar na Olimpíada. Mas os treinos continuam de forma parecida. Ainda tem muito trabalho a ser feito em três semanas – disse a atleta.

A estratégia também é utilizada em esportes coletivos. No vôlei, é comum que as comissões técnicas “imitem” os movimentos de ataque de determinados rivais para tornar a marcação do bloqueio mais eficaz antes de uma partida.

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